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Prefeitura gera mais de 200 empregos diretos em obras públicas

Obras Municipais - 11/09/2019 | 11:01

Assessoria de Comunicação

Foto: Assessoria de Comunicação

Em Campos do Jordão estão sendo executadas simultaneamente 15 frentes de trabalho. São obras que geram qualidade de vida e que transformaram a cidade num canteiro de obras. Mas há mais uma vantagem: juntas, elas empregam 194 pessoas.  Estes postos de trabalho estão espalhados pelos canteiros de obras na construção da escola da Vila Britânia, na Creche da Vila Albertina, na Reforma do Centro de Controle de Zoonoses, em quatro frentes que fazem  calçadas em diversos pontos, nas obras de recapeamento do eixo central, nos asfaltos dos bairros, no alargamento da Tassaburo Yamaguchi e em diversas outras ações.  Se somarmos os trabalhadores das obras recém-entregues, como o CCI Wilma Jundi Dubieux e o City Park, a geração de emprego ultrapassa 200 contratações diretas, com carteira assinada.

Oferta de empregos ultrapassa os canteiros de obras

Muita gente passa pela rua, vê uma obra sendo realizada e não se dá conta que, além dos operários do local, o serviço conta com outra equipe. É o pessoal das empreiteiras que fica nos escritórios dando apoio e base técnica a todo o trabalho executado. São mais postos de trabalho, que só existem porque as obras estão em andamento. A geração de renda não se resume às contratações diretas. Há toda uma cadeia produtiva e de serviços, que é impactada positivamente, gerando reflexos em toda a região.

Na direção certa

Enquanto em Campos do Jordão, a cidade transformou-se num canteiro de obras, no restante do país, há uma paralisação. São mais de 4.600 obras paralisadas, segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) em estudo apresentado em abril, em Brasília. A maioria, em função de quebras de repasses de convênio, ou paralisação de programas. Em Campos do Jordão, as obras contam com um diferencial:  em grande parte estão sendo feitas com recursos da Prefeitura, sem depender de convênios. É o caso das obras na Vila Albertina, tanto no trevo, no alargamento da avenida e asfalto, quanto na pavimentação das ruas, obras de drenagem e sustentação de muros de contenção. A construção da Escola da Vila Britânia, a Reforma do Centro de Controle de Zoonoses, bem como grande parte do programa de asfalto feito nos bairros, contam com 100% de recursos municipais.

Este é um momento único na história da cidade.

“Depois de mais de 30 anos, pela primeira vez, a Prefeitura tem dinheiro para investir. Isso se deve ao pagamento das dívidas antigas e ao controle de gastos. Hoje a prefeitura compra barato, porque paga em dia os fornecedores. Isso vale para obras, mas também para a Saúde e Educação. Com a economia, que fazemos no dia a dia é que conseguimos tocar as obras”, afirma o prefeito Fred Guidoni.

Se o que acontece em Campos do Jordão hoje, se estendesse ao restante do país, a retomada das obras paralisadas geraria de imediato, pelo menos, 500 mil novos postos de trabalho no setor de construção. “Esse número chega a 1 milhão se forem consideradas outras medidas no campo da infraestrutura, envolvendo concessões municipais e a manutenção de rodovias, assim como a revitalização de centros urbanos e a retomada do programa Minha Casa Minha Vida”, aponta o estudo da CBIC.