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Campos do Jordão conquista vice-campeonato na Mostra Brasileira de Foguetes

Educação - 16/12/2019 | 16:42

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Foto: Divulgação

Cinco alunos da Escola Municipal Dr Antonio Nicola Padula conquistaram o vice-campeonato na XIII Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), que ocorre paralelamente à Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). O anúncio aconteceu durante a Jornada de Foguetes 2019, em Barra do Piraí, no Rio de Janeiro, na qual os estudantes e professores estavam presentes. Os jordanenses foram classificados para integrar a Jornada de Foguetes, após disputa entre 150 mil estudantes brasileiros. Os alunos Luiz Guilherme, Leonardo, Thiago, Matheus Ruan e José Pedro acompanhados dos professores Jorge Luiz Xavier Junior e Rita de Cássia da Silva Guimarães Oliveira, participaram durante 4 dias, em Barra do Piraí, de palestras com engenheiros da Agência Espacial Brasileira (AEB), com profissionais do Instituto de Aeronáutica e universitários. Este foi o primeiro ano em que os estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, participaram da Jornada de Foguetes. Até o ano passado, apenas estudantes do ensino médio, se classificavam para o evento no Estado do Rio de Janeiro. A MOBFOG é uma olimpíada inteiramente experimental. Consiste em construir e lançar foguetes o mais distante possível, a partir de uma base de lançamento. Foguetes e bases de lançamentos podem ser construídos por alunos individualmente ou em equipes de até três componentes. Em Campos do Jordão, os lançamentos que garantiram a classificação, foram feitos no campo do Hotel SPA, no bairro Descansópolis, em maio deste ano. O grupo selecionado teve um lançamento de 111m. “Graças ao apoio da SME nossos alunos brilharam e ficaram e segundo lugar na premiação. Sonhos são possíveis, basta ter alguém que incentive e acredite que eles possam ser realizados e esse alguém é o professor”, disse a diretora da Escola Maria Alice Lobo Costa. Para a Secretária Municipal de Educação Marta Esteves esta é uma forma lúdica de ensinar física, engenharia, aerodinâmica, matemática e movimento parabólico de forma divertida. “O aluno se empolga e faz por prazer. Isso o incentiva a continuar estudando e a entrar no mundo experimental da ciência", disse a educadora. A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da AEB, e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (Unip).